Avaliação a Valor Justo · Hierarquia de inputs
Hierarquia de Inputs Nível 1/2/3 — CPC 46
Explicação técnica de como classificamos inputs (preços observáveis, ajustados, estimados) na nossa metodologia.
Contexto técnico
O CPC 46 (correspondente ao IFRS 13) estabelece hierarquia de inputs pra mensuração a valor justo em três níveis. Nível 1: preços cotados em mercados ativos pra ativos idênticos (ex.: ações em bolsa) — raramente aplicável a imóveis individuais. Nível 2: insumos observáveis pra ativos similares (preços de venda de imóveis comparáveis em condições similares) — base do método comparativo da NBR 14.653. Nível 3: insumos não-observáveis (estimativas, projeções, premissas) — base do método evolutivo (custo de reposição + terreno) e da renda (cap rate estimado). Nosso laudo identifica explicitamente qual nível foi usado em cada componente do valor final — exigência direta do CPC 46 pra divulgação contábil.
Público-alvo
- Auditor independente
- Especialista em avaliação de ativos
- Comitê de auditoria
Perguntas técnicas
Imóvel residencial em grande cidade é nível 2 ou 3?
Geralmente nível 2 — há comparáveis observáveis (vendas recentes em portais imobiliários, ITBI municipal) que servem como insumos. Quando comparáveis são insuficientes ou desatualizados, parte da mensuração migra pra nível 3 (estimativas). Nosso laudo detalha qual parte é nível 2 e qual é nível 3.
Por que isso importa pro auditor?
Pelo CPC 46, divulgações ASSIMÉTRICAS são exigidas conforme o nível. Mensurações nível 3 demandam mais divulgação (técnica, premissas, análise de sensibilidade). Sem classificação explícita, auditor não tem como aceitar — vira ponto de auditoria.
PTAM
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